Posts

Burnout não é, tecnicamente, o fator de risco psicossocial em si. Ele é um fenômeno ocupacional relacionado ao estresse crônico no trabalho que não foi administrado com sucesso. Já os fatores de risco psicossociais estão nas condições e na organização do trabalho que podem contribuir para processos de adoecimento.

Essa diferença é especialmente importante desde que a NR-1 passou a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Para profissionais de Recursos Humanos, gestores e empresas, isso muda a pergunta.

Em vez de olhar apenas para quem desenvolveu burnout, é necessário investigar também o que existe na organização do trabalho que pode favorecer estresse crônico e outros agravos à saúde.

Para empresas de São José dos Campos, Vale do Paraíba e região, compreender essa diferença é fundamental para construir estratégias de prevenção alinhadas à realidade das equipes.

Leia mais